Sentei na cama e esperei as idéias virem em minha mente como quem espera pela chegada de quem um dia sonhamos em ter nos braços. Só imaginação? Não! Vontade de querer. Para muitos, só saudade! Para mim, mais que um simples beijinho no canto da boca que deixa muita gente sonhando a noite toda acordada, ou então esquece dentro do baú e se comportam como se fosse apenas mais um beijo. Foi como se o chão se abrisse e o céu ficasse mais próximo me fazendo pegar nas estrelas e melar minha mão com aquele incrível brilho. Estrelas não falam... Estrelas indicam. Indicam amor, paz, caminhos, fronteiras. Indicam principalmente a falta de limites que alguns insistem em chamar de rebeldia. Aquela vontade de querer fazer o que o mundo diz 'não faça' por causa de um ou dois argumentos. Estrelas indicam o infinito. Infinito do que muitos dizem ter fim. O amor tem fim? Não, o amor não tem fim não! Como pode ter fim uma coisa que se iguala ás estrelas? Logo aqueles pontinhos brilhantes que vimos quase todos os dias no céu beirando ás 6 da tarde? Não podemos dizer que esses pontinhos se apagaram só porque o céu está nublado. E é isso o que faz de parte da humanidade viver com argumentos. Acreditar na opinião de outro coração e não do seu. Voltando ao assunto 'amor', ele não acaba como as estrelas não acabam. O amor não tem limites como as estrelas também não têm. O amor não tem tamanho, cor, e principalmente distância. Ninguém deixa de adimirar as estrelas só porque não podemos toca-las, verdade? Perguntamos ás pessoas o que fazer quando nem essas pessoas sabem o que elas fazem da própria vida. E mesmo assim elas insistem em dar o conselho que nós ficamos dando voltas em pensamentos sem saber se seguimos ou não. A resposta para todas as perguntas acima está dentro de uma pessoa que não é igual nem pode ser substituida por ninguém no mundo: VOCÊ. Voltando ás estrelas, nessa noite o céu estava nublado, mas do mesmo jeito eu não deixo de lembrar da existência das mesmas.
05 agosto 2009
26 julho 2009
Eu e ele.
Tenho aprendido tantas coisas nos últimos tempos. A primeira delas: os dias passam mais rápido e eu vou percebendo o quanto eu sou inocente diante de pessoas, palavras ou fatos. Queria agir como uma heroína diante de diversas situações em que eu saio como a 'ovelha negra'. Não sei como falar, agir, me comportar. Saber mentir, camuflar, me tirar do bolo, é muito mais difícil do que eu imaginava. A segunda delas: a saudade não é só uma dor emocional como também física. Nas últimas horas tenho sentido como se uma faca de cozinha apunhalasse meu coração partindo não só artérias e músculos como também sentimentos! É mais forte do que eu querer pensar quando eu não deveria lembrar de certos momentos e gestos de carinho sem desigualdades. No último dia que nos vimos foi como o sol nascendo e iluminando/esquentando quem não tem onde passar o frio. Sonhar já faz parte de meu vocabulário há anos e não tem mais como conjugar o verbo sem a pessoa, não é verdade? Eu e ele sempre. Nós, vós e eles não pronuncio. Eu e ele basta como goiabada com requeijão, sol e mar, o lindo e o feio, o branco e o preto, o normal e o perplexo, o ontem, o hoje, o amanhã. Eu não sei o que eu sou se não saber o que ele é. Primeiro eu penso nele e depois em mim. Faço coisas que jamais teria feito se não pensasse na existência dele. Sobre a inocência, também posso dizer que sou inocente ás frases de amor, ás mensagens, ás mil e uma palavras de amor que se entram em meu coração insistem em não sair. Quem vai dizer que é certo ou errado quando o errado pra mim é o certo e o certo pra mim sempre vai ser certo? Verdade ou mentira? EU ME RENDO! Pelo o que eu vejo, ouço, sinto, se o que ele diz não ter possibilidades de ser verdade, garanto que essas mentiras sejam bastante covenientes em me fazer acreditar á cada minuto que tudo tem uma solução. Inclusive eu e ele. Não tem como saber e não passam de palpites sob as minhas mãos. Seguimos em frente e apontamos pra Fé então...
15 julho 2009
- ∞
Ser ou não ser? Eis α questão.Será mαis nobre sofrer nα αlmα pedrαdαs e flexαdαs do destino feroz ou pegαr em αrmαs contrα o mαr de αngústiαs e combαter ou dαr-lhes o fim? Morrer, dormir, só isso... E com o sono dizem extinguir dores do corαção e αs mil mαzelαs nαturαis á que α cαrne é sujeitα. Eis umα consumαção αrdentemente desejável: Morrer, dormir. Dormir, tαlvez sonhαr. Aí está o problemα: Os sonhos que virão no sono dα morte quαndo tivermos escαpαdo αo tumulto dα vidα nos obrigαm α exitαr. E é essα α reflexão que dá á desventurα umα vidα tão longα. Pois quem suportαriα o αssúdio e os insultos do mundo? Afronto do pelouro, desdém do orgulhoso, αs pontαdαs do αmor humilhαdo, αs delongαs dα lei, α prepotênciα do governαnte e o αchincαlhe que o homem pαciente e dedicαdo recebe dos inúteis podendo ele próprio encontrαr seu repouso com um simples punhαl. Quem αguentαriα fαrdo, gemendo e suαndo numα vidα servil por senão temer αlgumα coisα após α morte? O pαís não descoberto de onde jαmαis voltou nenhum viαjαnte? Se confunde α vontαde: Nos fαz preferir e suportαr os mαles que já temos á fugirmos pαrα outros que desconhecemos. Assim α reflexão fαz todos nós covαrdes. Assim α forçα nαturαl de umα decisão se trαnsformα em fétido pensαmento e empreitαdαs de vigor e corαgem refletidαs demαis sαem de seu cαminho e perdem o nome de αção. Mαis devαgαr αgorα, belα Oféliα, ninfα. Em tuαs orαções sejαm lembrαdos todos os meus pecαdos.
''E quem disse αmor, que quebrαr vidrαçαs e não ter certezα de mαis nαdα não αquece o peito? Outrα bebidα então.'
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